Híbridos
Híbridos são seres que resultam da combinação de diferentes espécies, muitas vezes misturando características de várias espécies com características de criaturas sobrenaturais. Essa fusão pode ocorrer por meio de experimentos, maldições ou eventos misteriosos.
Os híbridos frequentemente possuem habilidades únicas e desafios próprios, sendo marcados por uma dualidade de naturezas. Essa classe abrange uma ampla variedade de combinações, maior parte semdo criaturas que incorporam características de duas espécies distintas.

Ekhidna
As Ekhidnas são criaturas marinhas da mesma família das sereias, mas, ao contrário de suas "irmãs" mais pacíficas, assumem o papel de monstros sanguinários, lançando ataques não apenas das águas, mas também dos céus.
Esta variante de sereia habita os mares de Skellige, pronta para atacar qualquer incauto que se aproxime. Ao contrário de suas contrapartes mais dóceis, as Ekhidnas nunca são amigáveis e preferem manter sua forma natural, exibindo asas poderosas, presas afiadas e garras devastadoras.
Raridade:
- Lendário.

Erínias
As erínias constituem uma subespécie de harpia, apresentando um porte maior e proteção por meio de vestimentas distintas. Sua identificação se destaca pelos característicos "braceletes de cristal".
No calor do ataque, essas criaturas direcionam seus ataques para o pescoço, olhos e outros órgãos vitais, causando sangramento fatal em suas vítimas. Essa abordagem estratégica permite que uma pequena revoada de erínias aniquile vítimas em maior quantidade e mais armadas, muitas vezes superando as defesas contra vários oponentes atacando simultaneamente.
Raridade:
- Raro.

Grifos
Um grifo é um imponente monstro voador, caracterizado pela fisionomia exótica que mescla a aparência de um leão com cabeça e asas de águia.
Para além de ser uma figura heráldica popular e prestigiada, o grifo representa uma ameaça tangível para os habitantes do Continente. Caçando como uma ave predatória, ele ceifa muito mais vítimas humanas do que os temíveis dragões. Atacando das alturas, os grifos lançam investidas contra caravanas e embarcações, onde seus tripulantes se veem incapazes de se defender diante dos golpes impiedosos de suas garras afiadas.
Raridade:
- Incomum.

Harpias
Com um rosto de mulher e corpo de ave de rapina, a harpia é uma criatura sórdida que habita os ermos mais imundos do Continente, atacando impiedosamente qualquer intruso em seu território.
Sobrevoando áreas montanhosas, a Harpia dilacera suas presas sem misericórdia, utilizando suas garras afiadas de abutre. Quando essas criaturas ameaçam se aproximar de povoados humanos, a intervenção de um bruxo muitas vezes se mostra a melhor opção para persuadi-las a se retirarem do ambiente que consideram como ninho.
Raridade:
- Comum.

Arquigrifo
O arquigrifo, embora compartilhe semelhanças com um grifo comum, é uma espécie notavelmente rara com uma característica distintiva: a capacidade de cuspir ácido em sua presa, pegando-a desprevenida.
Esta subespécie apresenta uma variada coloração, com indivíduos exibindo plumagens em tons de preto, vermelho e até mesmo branco. Suas garras, afiadas como lâminas, e o ácido corrosivo que emite têm a capacidade de perfurar mesmo o peitoral mais resistente.
Raridade:
- Épico.

Sereia
A sereia, juntamente com sua contraparte masculina, o tritão, forma uma raça subaquática inteligente que reside no Grande Mar, apresentando a aparência de humanoides com cauda de peixe e barbatanas.
Belas como ninfas, suas graças inspiram inúmeras canções de marinheiros. Descritas com cabelos verde-claros, mamilos verde-escuros e longas caudas de peixe cobertas de escamas, estas escamas possuem propriedades alquímicas e são utilizadas como ingredientes por magos.
Embora capazes de respirar ar, as sereias podem permanecer acima da água apenas por curtos períodos, já que a exposição ao sol prejudica sua pele. Similarmente às nereidas e feiticeiras do mar, elas se comunicam por meio de uma versão melódica da Língua Antiga, alegadamente relacionada ao dialeto utilizado pelas dríades de Brokilon.
Raridade:
- Comum.

