Cultura
A cultura élfica se firma na reverência à natureza, buscando harmonia com a terra ao invés de dominá-la. Elfos urbanos frequentemente se dedicam a campos acadêmicos ou artísticos, embora também possam seguir diversas profissões, semelhantes aos seres humanos. Os elfos rurais, afastados da convivência humana, adotam um estilo de vida mais simples, centrado na caça, coleta e uma existência conectada à terra, conforme a necessidade.
No campo de batalha, guerreiros élficos favorecem arcos e espadas de metal, além de armaduras leves confeccionadas com peles e couros. Habilidosos na luta de espadas e equitação, demonstram destreza singular. A língua comum entre todos os elfos do Continente é o Hen Llinge, a Língua Antiga, embora aqueles de Tir ná Lia usem o Ellylon, uma língua mais complexa. Muitos elfos possuem familiaridade com o discurso comum, com aqueles das cidades humanas falando fluentemente a língua.
Clãs élficos do Norte, como os de Dol Blathanna, preservam tradições de caça e coleta, com menos familiaridade com a agricultura. Antigamente capazes de erguer cidades e palácios de pedra, os elfos não construíam castelos ou fortalezas, sendo que muitas de suas construções foram alteradas por humanos.
A influência élfica se estende ao solo do Continente, com cidades humanas como Novigrad, Oxenfurt, Vizima e outras erguidas sobre os destroços das antigas cidades élficas. Embora alguns elfos e meio-elfos tenham se integrado à sociedade humana, ainda enfrentam preconceitos diários. Outros optaram por viver isolados, em clãs nos ermos, buscando sustento na terra e evitando ao máximo o contato humano.

